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Setembro amarelo e a conscientização sobre saúde mental nos dias de hoje

  • Foto do escritor: AD Saúde
    AD Saúde
  • 19 de set. de 2021
  • 2 min de leitura

O que podemos fazer para que o suicídio deixe de levar precocemente tantas vidas? Para responder esta pergunta, cada vez mais esforços são despendidos pela sociedade em todo o mundo.

Segundo a OMS, uma a cada 100 mortes registradas nos últimos anos aconteceu em decorrência do suicídio, com índices mais elevados que mortes por HIV, malária, câncer de mama ou guerras e homicídios. Os números também trazem taxas cada vez mais crescentes e cenários alarmantes entre jovens e pessoas do sexo masculino, o que fez com que o suicídio seja considerado a pandemia do mundo contemporâneo.


Uma pandemia em meio a outra pandemia: como a Covid-19 afetou a nossa saúde mental?

Além das sequelas no cenário da saúde, a Covid-19 também trouxe consequências preocupantes para a qualidade de vida em todos os países do globo. Entre a insegurança sanitária e incertezas geradas pela instabilidade econômica, fomos pressionados pelo isolamento social por tempo indeterminado, traumas por perdas de pessoas queridas e notícias diárias de novas variantes potencializadas, em um período onde a vacinação em massa ainda não estava em um horizonte próximo.

Ligado a todo este contexto, enfrentamos as consequências das nossas próprias prioridades. A saúde mental mais uma vez foi colocada nos últimos lugares do que consideramos como necessidades básicas de sobrevivência, e o resultado disso não demorou a nos alcançar. Segundo dados do DATASUS em pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mais de 450 mil consultas relacionadas aos cuidados com a saúde mental não aconteceram durante o período da pandemia, e fatores que evidenciam os riscos ao suicídio, como fobias sociais, depressão, ansiedade e grandes períodos de estresse se tornaram cada vez mais presentes na rotina de toda a sociedade.



 
 
 

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